sexta-feira, 27 de março de 2015

Glambox de Março- S.O.S Verão

Olá, olá meninas!!
Tudo bem? Levanta a mão quem tava sumida do blog \o/\o/ Hahaha...
Sumi, mas voltei com uma novidade para vocês!
Essa semana, chegou minha caixa da Glambox de Março - S.O.S Verão e eu vim compartilhar com vocês o que eles me mandaram. Bora ver? 
A edição desse mês, veio uma caixa mega linda, bem verão! Glambox sempre arrasa nas caixas. 





Como o próprio nome da edição já diz, essa caixa é para reparar os danos causados pelo verão na sua pele e cabelos. Na minha caixa veio praticamente 80% produtos para cabelos. Que vieram em boa hora, por sinal. Haha..
  




Vou falar um pouco de cada produto que veio. Para começar bem, veio uma amostra de  Pantene Expert Shampoo e uma de Condicionador com complexo triplo-ativo para reparar a Keratina do nosso cabelo tão danificado pelo sol, piscina e mar! Já usei as duas, e adorei o efeito sedoso que deu ao meu cabelo, claro que precisaria usar por mais tempo para poder dar uma opinião mais fiel sobre o produto. O cheiro é maravilhoso!!  





Veio também, um Pantenen Expert Tônico Fortificante para salvar qualquer cabelo, com uma mistura mágica de vitamina B3, panthenol e cafeína que age direto na cutícula do cabelo. 




Veio também, o tratamento Selador de Pontas da mesma linha para deixar os fios impecáveis! Já comecei a usar ambos produtos, mas ainda não tenho uma opinião formada. Logo, Logo tem resenha deles aqui.  




Para o rosto, veio um sabonete líquido Dermotivin que é para pele mista ou oleosa e é uma produto não comedogênico, ou seja, não obstrui os poros. Já usei uma vez e deixou minha pele bem sequinha e fresca! 



Para as unhas veio o esmalte fortalecedor Granado, com a cor para a próxima estação e enriquecidos com Vitamina E, cálcio e proteína da seda. Um vermelho bem fechado com o nome de "Greta".  




Para os lábios, veio uma batom cremoso da Beautycolor de um vermelho no mesmo tom do esmalte. O tal Vermelho Marsala! *.* 
Achei ele lindo, porém, não gostei do cheiro. Achei com aquele cheirinho de talco, sabe? E veio com duas opções de tampinhas, uma branca e outra transparente para facilitar a visualização.  

  


Por fim, veio dois folhetinhos explicativos dos produtos.  


 Bom, eu tenho uma relação de amor e ódio com a Glambox. Gosto dos produtos enviados e gosto também das amostras de produtos novos, isso ajuda bastante, mas por outro lado eu acho bem injusto a data de validade de alguns produtos, como por exemplo, o esmalte dessas caixa veio com validade para junho de 2015. São 10 ml de produto e certamente não vou usar como gostaria até junho e vou acabar perdendo bastante. 

Espero que vocês tenham gostado. 
Que saudade que eu estava de postar. Espero não me mais por tanto tempo. 

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Beijos e até mais!




terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

Cozinhando com a Tati - Mosaico de Gelatina

Olá, meninas! Tudo bem? Como vai o feriado?
Bom, como não curto muito todo o agito do carnaval eu fiquei por aqui mesmo, jogada na cama. Haha..
Na minha cidade tá chovendo bastante e um friozinho bom, e isso só coopera para aqueles desejos de comer gordices!
Resolvi compartilhar com vocês um doce que muita gente já conhece e que eu amo que é mosaico de gelatina. 

Ingredientes:
. 4 ou 5 caixinhas de gelatinas com sabores diversos   
. 1 lata de leite condensado
. 1 lata de creme de leite
. 200 ml de leite de coco
. 1 envelope de gelatina em pó sem sabor
Modo de preparo:
Prepare cada sabor de gelatina separadamente com metade da água pedida na embalagem. Coloque em refratários e leve à geladeira até firmar. No liquidificador, bata o leite condensado, o creme de leite, o leite de coco e a gelatina sem sabor preparada de acordo com as instruções da embalagem. Em uma fôrma com furo central, umedeça um lenço de papel com óleo e passe na forma para não deixar grudar (se não for desenformar não precisa), despeje o creme e espalhe as gelatinas cortadas em cubos. Leve à geladeira até firmar. Na hora de servir, desenforme e sirva em fatias.

Preparo: Rápido (até 30 minutos)
Rendimento: 10
Dificuldade: Fácil
Calorias: 302

Espero que vocês tenham gostado.
Quem fizer, me conta aqui como ficou.
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quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Corretivos coloridos.

Olá, meninas! Hoje, vim falar um pouco dos corretivos coloridos.
Quem tem olheiras, sabe que o corretivo comum nem sempre disfarça aquela odiosa sombra que “mora” sob nossos olhos! Muitas vezes tem até o efeito contrário, não é mesmo?!
Por isso, alguém muito abençoado da indústria de makes, criou o corretivo colorido, se baseando na Harmonia Complementar do Círculo Cromático ou Roda das Cores, que consiste na simples regra: cores opostas se complementam e, no caso da maquiagem por exemplo, se neutralizam.

Fonte: Blog Loosho


Parece mágica: as cores complementares ao seu “problema” no círculo cromático são as cores perfeitas para você ganhar uma pele livre de marcas.
Fonte: Vila Club
Para esconder as espinhas: como elas costumam ser mais avermelhadas, o corretivo colorido que mais vai ajudar a disfarçá-las é o verde.
Se suas olheiras são arroxeadas: vá de corretivo amarelo.
Se suas olheiras são amarronzadas: geralmente, são as mais profundas. Então, prefira corretivos avermelhados ou alaranjados.
Se você tem sardas: escolhe o corretivo lilás ou azul. Ele também ajuda a esconder manchas escuras de Sol.
Como aplicar?
O corretivo colorido é para ser usado antes do corretivo do tom da sua pele. Mas não adianta nada se você aplicá-lo do jeito errado. Assim como você deve fazer com os corretivos tradicionais, dê batidinhas leves de dedo na área a ser coberta. Use o dedo anelar: com ele, você usa naturalmente menos força. Nunca esfregue o produto, pois isso só vai deixar a área ainda mais em evidência!

Dicas de compra: 

Fonte: Revista 21


Espero que vocês tenham gostado. 

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Beijos e até mais! 

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Indicações de filmes: O juiz/ Garota Exemplar/ Coração de Ferro

Oi pessoal!
Bem, a minha namorada, Tatiane Lima, sabe que eu adoro filmes e pediu para que eu fizesse uma pequena indicação de 3 filmes e explicasse o motivo dessa escolha. Bem, meu gêneros favoritos são o suspense e o drama, presente em 2 dos 3 filmes que vou indicar nessa semana, o terceiro filme é um filme de guerra, também um gênero que gosto muito.

O primeiro filme é O Juiz (2014): Nele temos dois grandes atores: Robert Downey Jr.  e Robert Duvall, o primeiro, já famoso pelos seus 3 Homem de ferro na costa, além de inúmeros outros filmes como Chaplin (1992), que lhe rendeu uma indicação ao Oscar. O segundo, indicado 6 vezes ao Oscar, ganhador de um por sua atuação em A força do carinho (1983), também tem uma atuação positivíssima nesse longa.
No filme, Downey Jr faz o papel de um advogado presunçoso e egocêntrico, que parece ter tudo o que alguém gostaria de ter, fama, dinheiro, uma linda mulher e uma linda casa, mas na verdade, tem uma vida toda quebrada, por assim dizer. Seu casamento não vai bem, ele se vê perdido em meio à confusão que sua vida é. Enquanto está em um julgamento, acaba por receber a noticia de que sua mãe morreu, o que acaba forçando a volta para a sua cidade natal, uma pequena cidade situada no corn belt, interior dos Estados Unidos. Lá, Downey  encontra seu pai, o juiz da cidade, interpretado por Duvall, que simboliza um típico juiz prepotente, com eixos morais arcaicos comparados a da realidade atual. Logo após o enterro de sua mãe aconteceu seu pai é acusado de ter assassinado um homem o qual já havia condenado anos antes, mas que agora, estava em liberdade. Então começa o trabalho de defender seu pai no tribunal. O drama todo se estabelece devido à relação conturbada entre os dois, suas interações e o bendito entendimento familiar.
         O longa é uma mescla de estilos consagrados: o filme de tribunal, o de drama familiar e o de retorno para casa. É um filme tranquilo, com cenas comoventes e tocantes, que mostra a relação estreita entre pai e filho durante a velhice. O filme não tem muita pretensão a ser um mega filme, mas ele consegue ser agradável, tocante, fazer as pessoas que assistem se sentirem tocados com a historia, e temos as excelentes atuações dos protagonistas. Vale muito a pena assistir. Veja o trailer: 




         O segundo filme é Garota Exemplar (2014): Para quem conhece diretores de cinema, temos mais um suspense do mestre David Fincher.  Depois de diversos filmes do gênero, como Clube da luta (1999), Millenium 1 – Os homens que não amavam as mulheres (2011), Zodiaco (2007), Seven (1995) e outros, David Fincher retorna com mais uma adaptação de um livro e digo com toda certeza que ele acertou mais um vez.
         O filme tem como atores principais Bem Affleck, fazendo o papel de Nick Dunne, esposo que descobre que sua mulher sumiu no 5º aniversario de casamento, que por sinal não vai bem, e promove uma busca pela esposa, mas acaba se tornando o principal suspeito; Rosamund Pike, no papel da Amy Dunne, a esposa que some e peça principal da trama.
         O filme tem enquadramentos perfeitos e pela pequena sinopse acima, da para perceber que teremos um suspense excelente, ainda mais com um diretor tão bom. Se você gosta de suspenses, pode assistir sem medo, acredito que você vá adorar. Não vou falar muito dele aqui, afinal, esse é um daqueles filmes que quanto menos souber, melhor! Veja o trailer:



         O terceiro filme é Corações de Ferro (2014): Mais um filme de guerra, gênero o qual eu gosto muito e sempre que posso, assisto um filme ou outro. Temos aqui Algumas estrelas como Brad Pitty, excelente ator em mais uma excelente atuação, Shia LaBeouf, fazendo o papel de um veterano de guerra junto com o Brad.
         No filme temos a historia de uma tripulação de um tanque da segunda guerra mundial, um Sherman M4A, cujo nome é “Fury”, nome original do filme, que estão no front alemão em 1945, próximo do fim da guerra. A tripulação toda se conhece desde a guerra na africa, são veteranos calejados e acostumados com os perigos da guerra. Tudo muda quando um dos tripulantes morre, então alguém deve substituir o posto o qual ele ocupava.
Então, entra Normam, um jovem de 18 anos que se alistou originalmente para ser datilografo, mas na verdade acabou sendo mandado para o front de batalha. O filme se desenvolve mostrando o quanto a guerra muda as pessoas, assim como o sentimento de união que se forma entre os tripulantes. Wardaddy, interpretado pelo Brad Pitty, tenta ser um tutor para o novato Norman, que reluta em lutar na guerra.
         O filme também mostra cenas bem realistas das batalhas travadas entre os tanques, mostrando toda a superioridade mecânica e bélica dos Tigers III diante dos Tanques aliados, isso inclui cenas de alta tensão no conflito entre tanques. O filme é muito bem dirigido pelo competente David Ayer.
         Apesar de filmes de guerra serem muito populares por contarem histórias baseadas em fatos reais, não é o caso desse filme. Um dos temas principais do mesmo é mostrar a desumanização que a guerra causa nas pessoas, o senso de dever, lealdade, companheirismo entre os soldados e também como as pessoas mudam devido à necessidade, no caso, temos a mudança de Norman (uma alegoria para homem normal), que inicialmente era somente um jovem que não queria se envolver com a guerra, para um homem acostumado com as batalhas, capaz de cumprir o seu dever acima de tudo. Veja o trailer: 






Bem, é isso! Espero que vocês assistam os 3 filmes  e comentem aqui sobre o que acharam dos filmes! Semana que vem tem mais!

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Colaboração: Gilson Cruz Filho 




quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

História do Espartilho ( Corset)

Olá, meninas! Tudo bem?
Outro dia, eu estava lendo um pouco sobre história da moda e achei esse texto muito bom sobre espartilhos no site Bella Moda, e quis compartilhar com vocês um pouco dessas curiosidades.

Todas adoramos uma cinturinha fina, bem desenhada, mas vamos saber de onde vem esse gosto que nós temos até hoje e que fazem a cabeça dos homens já a muito tempo.
Apesar da imediata associação com as minúsculas cinturas vitorianas, o corset data de muito antes. Desde que apareceu na história da moda, no século XVI, esta vestimenta tem sido usada como suporte e controle para as formas naturais do corpo.
Entre a Antiguidade e a Idade Média, o suporte ao busto e à cintura era geralmente feito com faixas de tecido, quando era feito. Nos séculos XIII e XIV, amarrações e materiais mais rígidos incorporados às próprias vestes ajudavam a moldar o corpo numa forma esguia. Essa idéia evoluiria para o kirtle, um tipo de colete engomado e/ou reforçado com cordas (como barbatanas), amarrado na frente. Eventualmente, o kirtle se mudaria para dentro das roupas. Mais tarde, a idéia de “vestido” seria enfim separada em corpete e saia, permitindo que o corpete fosse justo e retilíneo, enquanto a saia poderia ser absurdamente volumosa com a ajuda de anáguas engomadas e crinolinas.


Fonte: Bella Moda

De um ponto de vista prático, ter uma peça única feita exclusivamente para moldar o corpo seria muito mais racional do que reforçar todas as outras peças do guarda-roupa, e colocar a tensão do suporte nessa peça ajudaria também a estender a vida útil do vestido.
Para manter a forma esguia e cônica sob o corpete é que seria introduzido o que se chamaria, dependendo da época ou região, payre of bodies, corps, ou vasquina, entre outros nomes; um corpete reforçado e rígido usado como roupa de baixo, que hoje chamamos de espartilho ou corset. A rigidez era o principal atributo do corset. A redução da cintura era mínima, mas o busto era erguido e pressionado, e as costas mantidas numa postura reta e distinta, como era de se esperar de uma dama. Tal rigidez era alcançada com tecido pesadamente engomado, couro, juncos ou cordas engomadas inseridas em canais costurados entre as camadas de tecido. Para manter as formas ainda mais retas, o busk, uma estreita placa de madeira ou marfim, era introduzido na frente, e poderia ser removido (alguns poderiam ser até esculpidos no formato de adagas, para ajudar a dama a se proteger de admiradores indesejados). Existe inclusive um corset sobrevivente feito em metal, como uma armadura, mas não se sabe se isto era comum ou se era um modelo ortopédico.
Ao contrário do que se pode pensar, os primeiros corsets não deviam ser de todo desconfortáveis. Modelos recriados com fidelidade histórica são usados como figurino para teatro, cinema e feiras renascentistas, e há quem afirme que são mais confortáveis do que um sutiã moderno com aro. Não há muita pressão na cintura, como num espartilho vitoriano, nem tensão sobre os ombros (mesmo nos modelos com alça), como num sutiã, e algumas mulheres com problemas nas costas afirmam que o suporte é ainda melhor do que o de uma cinta ortopédica.

Fonte: Bella Moda

O corset não mudou tanto entre a renascença e o rococó; a cintura veio um pouco mais abaixo, com incisões de alguns centímetros permitindo que acompanhasse a curva do quadril e dando maior conforto; as alças foram ficando mais comuns e o busto mais baixo, delineando formas mais arredondadas.
No século XVIII, as formas começaram a mudar. Com a revolução francesa e, posteriormente, a ascenção de Napoleão, as formas naturais começavam a ser valorizadas novamente. O estilo neo-clássico chegava à moda, com formas fluidas e leves, e o corset foi quase completamente abandonado; apenas as mulheres menos favorecidas pela natureza usavam suportes. Mas isto seria breve, pois logo os corsets voltariam, num novo design. A barbatana de baleia daria mais flexibilidade mantendo o suporte, o que permitiria uma maior pressão sobre a cintura.
Ainda não chegava à febre vitoriana, mas a pressão sobre os órgãos internos já começava a fazer os médicos protestarem. Nem as crianças escapavam; assim que pudessem andar, meninos e meninas eram colocadas em suportes (formas mais leves do corset), supostamente para desenvolver uma postura erguida.
No começo do século XIX as ilhoses de metal permitiam um corset ainda mais apertado sem o perigo de rasgar o tecido, e o busk dividido em dois permitia o fechamento e a abertura sem que fosse necessário desfazer a amarração. As cinturas foram ficando mais estreitas, e os médicos mais preocupados…
No entanto, a maioria das histórias de terror que se conta sobre os espartilhos é exceção ou lenda. Mulheres que treinavam para atingir cinturas extremas, com 40 centímetros ou menos, ocorriam mais ou menos com a mesma frequência e no mesmo contexto social dos casos clínicos de anorexia hoje em dia. Relatos sobre perfuração de órgãos internos são incomuns, mas existem; desmaios frequentes, antes atribuídos à suposta "fragilidade feminina", são reconhecidos hoje como diminuição da capacidade respiratória pelo pressionamento dos pulmões.
O uso permanente do corset poderia fragilizar a coluna com o tempo, atrofiando os músculos que a sustentam. Alguns modelos eram mais nocivos, como o chamado pipe-stem, onde a cintura em seu ponto mais estreito se alongava verticalmente por de um a dez centímetros; ou o wasp, em que a cintura se formava a partir das costelas numa linha reta, e depois se expandia para o quadril de maneira dramática, quase sem curvas. Mas a maioria das mulheres apenas queria suavizar sua cintura para a delicada forma de ampulheta - até 10 centímetros de redução não chegavam a comprometer o conforto ou saúde - além de achatar o ventre e suportar o busto; o corset não chegava aos quadris e sempre cobria o peito.
Com o passar do tempo, os vestidos foram ficando mais esguios e menos rodados; as crinolinas eram trocadas por anquinhas traseiras, e boa parte das anáguas foi eliminada anáguas (restavam apenas uma ou duas, quando cinco não eram incomuns no começo deste século).O aço foi substituindo a barbatana de baleia, cada vez mais rara. A silhueta foi tomando a forma de um "S" - o peito estufado, a barriga reta e o derriére empinado. A linha do busto ficou mais baixa e o corset chegava a cobrir os quadris. Achatar o estômago e manter a postura, na Belle Époque, era mais importante do que uma forma de ampulheta, e os corsets da época eram considerados "saudáveis" por conta disto.
As formas neoclássicas, naturais e fluidas, voltariam à moda novamente. Supostamente não se deve usar nada sob um vestido em viés de Mme Vionnet, no começo do século XX. O sutiã já havia sido inventado, e começava a ficar popular. Os tecidos elásticos também davam novas possibilidades de controlar as formas.
Nos anos 1920, com a silhueta reta de "garçonne", os corsets ficaram cada vez mais raros e eram usados apenas para reduzir o quadril, enquanto o busto era suportado por sutiãs e achatado por faixas de tecido ou artefatos especialmente desenvolvidos para isto. O corset acabou restrito à fantasia e ao fetiche durante a maior parte do século XX. Mesmo nos anos 1950, quando o New Look de Dior voltou a valorizar a cintura de pilão, apenas cintas de tecido elástico levemente reforçadas eram usadas. Mas entre o fim dos anos 1970 e os anos 1980, estilistas como Vivienne Westwood e Jean-Paul Gaultier trariam ao outerwear justamente elementos da fantasia e do fetiche, especialmente do BDSM. Couro, vinil, látex, correntes, e, adivinhe só, corsets. A moda alternativa punk e gótica incorporou o espartilho como elemento fundamental. Dos anos 1990 em diante o corset se tornou couture, e não é incomum encontrar um ou dois em cada coleção dos grandes estilistas e nas capas da Vogue. 
Ainda que (e talvez justamente por isso) tenha deixado de ser peça básica, o espartilho jamais morreu. Seja por sua capacidade de modificar o corpo, restringir e disciplinar, seja somente pela atração estética que provoca, o corset permanecerá sempre vivo, senão na moda, ao menos na fantasia de seus admiradores.

O pair of bodies à esquerda pertenceu à rainha Elizabeth I



Stays




1810-1840 





Fonte: História da Moda
 1900 - 1908 - 1917



Fonte: História da Moda

Uma brassiere - ancestral do sutiã -  que pertenceu à imperatriz Joséphine





Fonte: História da Moda

Corset com busk de metal, barbatanas de baleia e na cor azul, nunca usado, feito para exibição de 1851 de Roxey Ann Caplin  


Espero que vocês tenham gostado de saber mais um pouco sobre essa peça, que pessoalmente, acho linda!

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Beijos e até mais. 

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Curiosidades sobre as Pin-ups

Olá, meninas.


Hoje vim falar sobre as Pin-ups. Inicialmente, é preciso esclarecer alguns pontos acerca das pin-ups. “Pin-up” é um termo inglês que significa “pendurar” e isso se deve ao fato das imagens, catálogos e calendários dos anos 30 a 50, onde apareciam constantemente essas mulheres de ar inocente e ao mesmo tempo sensual, ficarem pendurados nas paredes dos locais onde os soldados residiam e, não menos comum, em várias oficinas, como ainda acontece nos dias de hoje.


Eles têm animado gerações de homens. Fez os soldados americanos da segunda guerra mundial sonharem em pleno campo de batalha. O que começou como um exercício de óleos logo foi tomando rumos diferentes, alcançando as fuselagens das máquinas dos combatentes e tornando-se uma característica essencial do mundo masculino de garagens e casernas.
        É bastante válido lembrar, que a época em que as primeiras pin-ups surgiram, era extremamente ofensivo para a sociedade que uma mulher usasse roupas provocantes e se deixasse fotografar seminua ou nua. Podemos pensar que foi nesse instante que o feminismo e os demais movimentos relacionados ao estilo de vida das mulheres começaram.
Falar sobre as pin-ups é voltar ao fim do século 19, época em que o teatro de revista transformava dançarinas em estrelas, fotografadas para revistas, anúncios, cartões e maços de cigarros. Em Paris, dois artistas, Alphonso Mucha e Jules Cheret, criaram as primeiras imagens de mulheres em poses sensuais para pôsteres, com trabalhos marcados pela presença de contornos e detalhes.


Cabelo vintage, pele alva, batom vermelho e uma postura provocante, porém com algo de ingênuo, estão no manual da pin-up moderna. Gwen Stephany e Katy Perry adotaram o rótulo temporariamente, e outras acrescentam tatuagens à fórmula, como Pitty e a Kat Von D.
A partir dos anos 70, a indústria do sexo passou a desmanchar a aura misteriosa dessas mulheres, graças a filmes pornográficos e revistas de nu feminino. O Imagens e Letras trás para o leitor um apanhado em três galerias que mostra como o mundo masculino da época suspirava pela beleza feminina.

Algumas pin-ups famosas:
Fonte: Obvious
     Katy Perry                           Christina Aguilera                   Pitty 
                   Marilyn Monroe 

Fonte: Bettie Page
Betty Paige


As pin-ups são modelos reais que pousavam para o artista e eram retratadas de formas sensuais, muitas vezes modificando o cenário, a roupa o cabelo entre outros detalhes nas ilustrações. Essas imagens que vou deixar abaixo, são imagens de modelos que pousaram para o famoso e mestre das pin-ups Gil Evlgren.
Gil Evlgren (1914-1980) foi o mais importante ilustrador de pinups do século vinte. Durante sua carreira, que começou em meados de 1930 e durou mais de quarenta anos, ele estabeleceu-se como o ilustrador favorito dos colecionadores e fãs de pinups do mundo inteiro. Elvgren seguia um critério para a criação de suas pinups: elas deveriam possuir um rosto de quinze anos em um corpo de vinte. Durante sua carreira, Elvgren nunca perdeu de vista os fatores que apelavam aos olhares do homem americano, e mesmo que seu trabalho possa parecer preso a certa época por conta das roupas e do estilo dos penteados retratados nas imagens, elas sempre nos parecerão muito atrativas. Ele foi um artista que certamente soube como compreender e expor as proporções da beleza.

Fotógrafo ávido, ele mesmo fotografava suas modelos, e ao olhar e comparar as fotografias com as ilustrações, podemos entender melhor como o artista conseguia retratar tão bem a beleza feminina.


 Fonte: Viva o Retrô
  Fonte: Viva o Retrô
  Fonte: Viva o Retrô
  Fonte: Viva o Retrô
  Fonte: Viva o Retrô
  Fonte: Viva o Retrô
  Fonte: Viva o Retrô
  Fonte: Viva o Retrô

 Fonte: Viva o Retrô


Espero que vocês tenham gostado. 

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